O texto se propõe a pensar as políticas públicas de saúde (mental) e seu mandato institucional de inclusão social como fazendo parte de um cenário mais amplo da biopolítica de face (neo)liberal, em que se governa a vida e as condutas humanas para o mercado. Nesse contexto, aqueles/as que falharam ou não se engajaram em fazer de seus corpos empresas figuram como novos doentes, anormais, infames. O escopo das práticas assistenciais oferecidas pelas políticas de saúde tende a ser, assim, o de inscrever tais vidas infames em pedagogias, em particular, de gênero e de sexualidade, incluindo-as na economia social de mercado. Procurando por ampliações do corpo e da vida, desenvolveu-se um olhar (de gênero) sobre modos de produção de cuidado em saúde, em particular, em álcool e outras drogas
The text aims to think the (mental) public health policies and its institutional mandate of social inclusion as part of a wider picture of the (neo) liberal biopolitics face, where life and human behavior are directed towards the market. In this context, those that have failed or have not engaged in making their bodies listed companies, appear as new patients, abnormal or infamous. The scope of care practices offered by health policies tends, in this way, to inscribe such infamous lives in pedagogies, particularly of gender and sexuality, including them in the social market economy. Looking for extensions of the body and life, this work developed a look (of gender) on modes of production of health care, particularly in alcohol and other drugs
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